Boas práticas para distribuição e transporte de medicamentos

Antes de chegar às farmácias, na distribuição e transporte dos medicamentos, eles percorrem um longo caminho e ficam sujeitos a condições que, se não controladas, podem alterar suas propriedades e comprometer sua qualidade. Para que a distribuição e transporte de medicamentos sejam realizados de maneira adequada, alguns cuidados devem ser adotados.

Como é feita a distribuição e transporte de medicamentos

A tarefa de atender as características da carga é das distribuidoras e deve ser realizada com rigidez para que as propriedades dos medicamentos sejam mantidas. Os produtos devem chegar ao consumidor final com as mesmas particularidades que tinham quando saíram da indústria. É por isso que a distribuição e transporte de medicamentos exige muita atenção.

Procedimentos inadequados significam riscos para a saúde dos consumidores. Uma das responsáveis pela regulação da atividade de distribuição e transporte de produtos farmacêuticos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), possui um manual de “Boas Práticas de Transporte de Medicamentos” que, se seguido à risca, assegura as condições adequadas de armazenamento, movimentação e transportes de carga.

Existem vários cuidados a serem tomados no caminho percorrido entre indústria e varejo, por isso escolha empresas capazes de trabalhar com transporte personalizado.

A embalagem, o modelo de acondicionamento, o meio de transporte, a quantidade, a distância e até a duração da viagem importam.

Esses cuidados devem respeitar as características físico-químicas e microbiológicas dos medicamentos, o que demanda uma operação logística eficiente e otimizada. Desses, a temperatura de armazenamento é uma das mais importantes. Pois já que se estiver inadequada, o medicamento pode ter propriedades alteradas e colocar em risco a saúde do consumidor.

  • Cumprimento das exigências

Mas, se o motorista viaja sozinho, como garantir que as exigências na distribuição de medicamentos estão sendo cumpridas? O melhor, nesse caso, é ter como aliada a tecnologia. Para ter mais segurança na distribuição de remédios, o ideal é contratar uma solução de apoio à distribuição.

O software permitirá ter acesso a diversos dados. Estes podem ser: posição do caminhão, velocidade média, temperatura dentro do baú, se houve paradas não programadas no percurso, etc.

Não existe segredo: deve-se seguir exatamente as recomendações feitas na embalagem do remédio e assegurar a rastreabilidade dos produtos. Cada vez mais a logística de distribuição e transporte de medicamentos exige especialização e cuidados. Tanto dos profissionais como de empresas envolvidos na cadeia de suprimentos de fármacos. Se as boas práticas forem seguidas, o distribuidor pode ficar tranquilo pois terá garantida a manutenção da identidade, integridade e segurança dos produtos.

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